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QUEM FAZ A FLAP!
FLAP! SP
Realização: VACAMARELA
Comunicação con los Invitados: Maiara Gouveia e Rafael Daud
Comunicação Externa (imprensa y blogs): Ana Paula Ferraz e Ana Rüsche
Administrativo (Hospedagem, Transporte): Carol Marossi, Julia Lima, Maurício Kqi Schuartz e Rosângela Ogata
Material de Divulgação: Jozz e Victor del Franco
Apresentadores, Cicerones e Mediadores: Andréa Catropa, Altivo Olveira Neto, Berimba de Jesus, Caco Pontes, Claudinei Vieira, Donny Correa, Fabio Aristimunho, Eduardo Lacerda, Guilherme Berti, Gustavo Assano, Ivan Antunes, Marcia Bechara, Maria Fernanda Carmo, Renan Nuerenberger, Sissy Eiko e tantos outros queridos.
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FLAP! Rio
Thiago Ponce
Diana de Hollanda
Leandro Jardim
Priscila Andrade
Olá..
tá muito legal o site da FLAP 2008.
vamos que vamos.
escritores, UNI-Vos
abraços a toda a equipe.
ainda aprendo a falar español
rogerio ABACATE
Parabéns pela idéia de realizar esse grande fórum alternativo que sem dúvida amplia a açao da feira literária que, por seu caráter, investe em celebridades e medalhões. Aqui, a oportunidade de um debate menos formal, bem humorado, que põe em evidência muitos valores à margem do sistema.
ola divulgue no site dica de teatro
http://www.dicadeteatro.com.br
Como apreciadora das manifestações culturais participei da programação do FLAP 2008. Esta quarta versão envolveu ainda mais os participantes por ter mais de vinte profissionais latino-americanos entre diretores, dramaturgos, atores e editores; e, por primar pela conexão cultural. Sobre este aspecto chamou atenção a discussão que se fez no domingo de garoa de São Paulo sobre tradição e massificação, destacando-se a influência da televisão.
Tradição corresponde a uma prática da sociedade dentro de um lapso temporal razoável e admitida facilmente pelos cidadãos, sem que exista a necessidade de reflexão ou contestações reiteradas. É fruto da identificação do meio social com a respectiva prática. É transferida de pessoa a pessoa. É claro que em virtude da relevância algumas das vezes é reproduzida em massa, como por exemplo, por meio da televisão.
Massificação, por sua vez, equivale a uma prática apresentada ao meio social, o qual o incorpora como normal e passa, portanto, a reproduzi-lo e muitas vezes exigi-lo dos pares sociais. A transferência não se faz pelo critério pessoal, familiar ou social (local ou regional), mas sim pelo ato de apresentação, o qual é muito bem representado pela televisão.
O meio de comunicação televisivo deve ser apreciado e aplaudido, contudo, merece uma reflexão acerca da abertura que oferece as tradições literárias, teatrais e textuais de âmbito nacional; e sobre os interesses que busca alcançar, se mais econômicos ou tradicionais. Eis que se vivencia a massificação, como imposição de uma inexistente tradição, em decorrência de influências e interesses econômicos.
Por certo a responsabilidade não cabe em absoluto à iniciativa privada, mas com ênfase ao Estado, já que este possui a responsabilidade constitucional de promover e incentivar a cultura, a qual é a nossa tradição ou os nossos costumes, ainda que locais e regionais.
Cabe ao Estado financiar mais espetáculos, teatros e filmes, do que a mídia televisiva; cabe ao Estado financiar espetáculos, teatros e filmes, por que desta forma está cumprindo com sua obrigação de promover a cultura e o desenvolvimento da sociedade. Resta a esperança de que os brasileiros usem mais a janela da vida do que a tela da televisão e, na atualidade, do computador.