Já é. Esse ano não vai dar para não saber, saiu em todo lugar. E era tão difícil há 4 anos atrás. Ainda a frase do Daud:
- Minha expectativa para a FLAP! é que, ao final,
todos tenham se esquecido de que algum dia
alguém pensou que tudo isso era impossível.
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“(…) a descentralização permite ter expectativa da presença de um público mais jovem, em especial de adolescentes. “É bem importante a formação de público, o que reflete a escolha também de autores novos para participações.”
Rüsche também destaca a participação nesta 4ª Flap! de diversos convidados estrangeiros. “Na América Latina, há vários festivais independentes de poesia e ações semelhantes à Flap!. Assim, decidimos convidar poetas engajados em sua cena local”, diz a organizadora, citando a vinda de Héctor Hernandez Montecinos (do festival Poquita Fe, no Chile), Rodrigo Flores (Estoy Afuera, México), Jocelyn Pantoja e Alberto Trejo (Vértigo de Los Aires, México) e María Eugenia López (editora do projeto Chicas de Bolsillo, da Argentina).
A Flap! 2008 tem patrocínio das secretarias da Cultura do Estado e do Município de São Paulo, e apoio de entidades mexicanas como a Associação de Escritores do México, o Conaculta (Consejo Nacional para la Cultura y las Artes) e o Centro Cultural La Pirámide, que garantiram vôos e hospedagem dos convidados de fora. Dentro do espírito independente com que surgiu, Rüsche garante que os escritores estrangeiros “haviam topado vir mesmo para ficarem hospedados em casas de outros poetas”.”
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“Abertura.
Os poetas Alfredo Fréssia (Uruguai), Alberto Trejo (México), María Eugenia López (Argentina), Frederico Barbosa e Eduardo Lacerda (Brasil) participam nesta sexta-feira (1º), do evento de abertura. Durante a ocasião, também ocorre o lançamento do novo número da publicação “O Casulo”.
Biblioteca Alceu Amoroso Lima – r. Henrique Schaumann, 777, Pinheiros, região oeste, São Paulo, SP. Tel. 0/xx/11/3082-5023. 133 lugares. Sex.: 19h. Até 1º/8. 120 min. Livre”.
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Guia do Estadão
“Depois da FLIP, a FLAP! Literatura rima com RAP”

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“Com o portuñol estabelecido como idioma oficial do festival em 2008, a quarta edição da bem-humorada festa literária Flap! espalha-se por diversas zonas de São Paulo e traz convidados internacionais. (…)
O guatemalteco Alan Mills, que participa da Flap, dá uma boa definição, em portuñol, naturalmente, para o idioma: “Al hablar portuñol nos disculpamos los unos a los otros, como cuando sabemos que es mejor no corregir las palabras de un bebé así no le quitamos su fuerza, su impulso de decir algo, de inventar su propio idioma”.”