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FOTOS, FOTOS, FOTOS

 

O álbum de fotos da FLAP! 2008 foi atualizado.

Quer ver se você ficou bem na foto?

Então clica aqui.

 

E Viva la Conexión!

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apoteose

A FLAP! nunca se encerra, apenas se desfaz para que cada um que participou carregue consigo um pedacinho de tudo – que, como todos os talismãs de contos fantásticos, o pedacito possui magia e pode sempre florescer numa FLAP! inteira outra vez.

Então, mais bem que um encerramento, temos uma apoteose. Que pode significar incluir um deus entre nós – que esteve o tempo todo aqui, não sentem?, significar a evolução máxima de uma escola de samba (?) e significar ainda aquela mancha escura que se vê, quando se olha muito tempo para o sol, o sol replicado escuro em todos os lugares. Talvez seja dessa luz escura que guarda a memória da luz-ela-mesma que se fale. Ou nada a ver.

Bem, a noite na Casa das Rosas promete. Começamos às 19h com a escritora peruana Tereza Ruiz Rosas, nascida em Arequipa e hoje moradora de Colônia (Alemanha) – presente na FLAP! por meio do apoio do Instituto Cervantes. Participa Paloma Vidal, escritora e tradutora, com mediação da Maria Alzira Brum.

Dona do blog La Outra, a Maria Alzira é uma das importantes parceiras da FLAP!, principalmente com suas zuperidéias sobre como debates literários devem ter lá suas sinergias. Afinal, o evento deve ser a construção da própria obra de arte.

O modelo adotado do Free Shop, por exemplo, em que o público possui o mesmo estatuto do convidado, ao ponto de esquecermos isso felizmente, possibilitando o debate mais ágil e interessante (afinal, todas as pessoas são artistas!), é fruto das idéias dela – vide o fantástico evento em homenagem ao também peruano Cesar Vallejo organizado no Memorial América Latina em abril. Pois sim, estamos felizes em tê-la conosco!

Aqui já temos gravadas em nossas retinas a imagem do sol escuro. Para realizar a CONTRAFACÇÃO DEMÔNIO NEGRO – lançamentos de obras, convidamos Vanderley Mendoça, top five dos melhores editores da América Latina. Só quem queria financiar o terrorismo pode entender de livros como ele. Acompanham Javier Norambuena (Chile) e Jocelyn Pantoja (México). Media o rei da fofura radical, Rafael Rocha Daud (a rainha é a Maroca, claro).

O Javier e o Vanderley irão falar sobre o LIVRO UNIVERSAL, do Héctor Hernández Montecinos, trad. Vanderley Mendonça e Virna Teixeira do selo brasileiro Demônio Negro. A Jocelyn irá falar do RASGADA, da Ana Rüsche, trad. Alberto Trejo, e do RASCACIELOS, do Enrique Winter, ambos da Edições Limón Partido (México). Também estarão à venda, com autógrafos dos autores, também a Antologia Trilíngüe do Coletivo VACAMARELA.

Por fim e nunca por final, temos o encerramento com o Resultado do Concurso SIGLA FLAP!. Quem quiser concorrer, basta escrever o que significam as letrinhas efe-ele-a-pe num papel e entregar a qualquer um da organização! E vamo-que-vamo.

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Para assistir clique aqui

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segue tudo emocionante. preguntas atentas dos alunos do cursinho da poli, debate quente no binho, poesia na cabeça el tiempo todo.

o metrópolis da tv cultura esteve conosco ontem à tarde, acompanhando as vans, la entrega de casulos, carrión cantando zeca pagodinho y otras cositas más. não perca! y se perder, no te preocupe: el metrópolis é un programa civilizado y colocará em la net el vídeo para ustedes assistirem. 😉

hoy estaremos na manhã en la usp, à tarde no cursinho da poli lapa y por la noche em perdizes a se perder: em la puc y después no espaço zero. y viva la conexión!

“isso tudo está entre organizar a cerimônia de entrega do oscar e cuidar de um asilo de loucos”, GG

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(em português porquito, senão esqueço a língua materna)

É evidente que não se irá falar da importância dos meios de comunicação em massa, há tanto espaço aí para essa discussão (ou talvez nem tanto). Nem que esse ano foi moleza divulgar o evento nos lugares mais-mais da mídia paulistana. Sim, parece que a poesia entrou na pauta. E agradecimento aos jornalistas com coração que na semana passada ajudaram bastante a gente, mesmo os que não conseguiram espaço. Puta madre i*, vcs tb fazem a FLAP! E também aos blogueiros que estão aí no corre. Aliás, juro que atualizaremos os blogues amigos, ufa – recebemos sim teu e-mail!

E PUTA MADRE ii!*, ontem estava tudo realmente tão bonito na Casa das Rosas, de chorar, de chover depois de tanto tempo sem água, de lavar as calçadas e a alma.

Bem, o título era mesmo para ser sensacionalista. Contudo, por uma via perpendicular, a ida da Globonews provocou um parto interessante de idéias, pois o repórter queria-porque-queria saber, com essa muita vontade peculiar aos jornalistas, qual a maior diferença entre os poetas da FLAP! e os mais poetas mais antigos. Hum, geração zero-zero, geração zerada, ai, ai, o que pode ser agora um reluzente par de ovos brancos e apodrecer rapidamente pra feder. A ressaca odoborogodó & outros gorós dá aquele rolê na loja de conveniência dos lugares comuns e blábláblá e não responde nada. Isso foi umas 13h.

Depois de resolver 10 mil pepinitos felizes durante à tarde, pegar a energia boa da galera, umas 16h fiquei de papo furado com o repórter. E contei do Blogue da FLAP!, dos blogues amigos (ele já tinha visto as transmissões ao vivo). E também do Peixe de Aquário, dos poemas invisíveis – poemas que não cabem no papel, do El Libro de Alan, enfim essas coisas cujo suporte é inteiro virtual e tem lançamento com vídeo e chat. Contei ainda da nossa emoção quando o Gianca Guapaya e a María Eugenia entraram on-line durante nossa primeira transmissão da FLAP! – parecia contatos imediatos de 3º grau, hehe. Enfim, esse monte de traquinagens felizes que exercitamos por aí. E mandamos via twitter. Afinal, o messenger é geração 90.

Aí veio a resposta para a tal pergunta. Lembra dos grafiteiros? Então, já que as galerias de arte não davam espaço para uma arte mais comunicativa, quizás pop, mais urbana, mais divertida (arte que as pessoas entendem!) e fecharam-se para o academicismo, hermetismo e outras panelas enfadonhas, os caras desencanaram e mandaram ver nos muros. No início era uma coisa vista como ingênua. Puta madre iii*, e agora Os Gêmeos estão onde estão! E assim, os grafiteiros criaram seu próprio espaço, onde antes só tinha muro.

E criar espaços onde não existiam é um ato de artista. Mesmo que sejam espaços imaginários. The fiction of life. E nada mais apropriado que sejam os poetas, digo esses de coração leves, llenos de ternura y delírio, criaturas de imaginação solta, fofura radicais sempre jugando como niños, que imaginam o próprio espaço.

Que é também o teu. Essa tela de mil dimensões ainda não exploradas. Esses tantos outros lugares criados com o jeitinho de distribuir Casulos improváveis em locais antes esquecidos, de organizar Festivas desorganizados para tudo se organize no vamos-de-mãos-dadas, de fazer revistas que Não Funcionam, de descolonizar corações. E ver com certo desinteresse as editoras que deixam teu original apodrecer, círculos viciados como a universidade que nem chega a conhecer a produção da década de 80 e quer autorizar-desautorizar poetas (até é engraçado de pensar, hehe) e os discursos autoritários que tentam inutilmente erguer um cânone entre farrapos. Ah, pobres mortais… el amor es decidir que no hay que morirse…

O espaço está criado. Isso é um fato, o resto é futuro. O espaço que não existe. Só existe AGORA que você me lê. Este. Pode tocar na tela que tocará em muitos. Só o impensável é impossível.

ana rüsche

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* Título de livro de poesia mais citado na América Latina, autoria de Héctor Hernandez Montecinos. + aqui

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quati observa a mexerica na mesa dos satyros (media ana paula; rodrigo petrônio, virgínia e alberto falam).

quati con ganas de atacar la natureza morta

javier y alan após a transmissão ao vivo via net

leitura emocionante e concentrada no b_arco. quati segue no colo de várias pessoas (na foto, nas mãos do marcelino, que aproveitou para pré-lançar Racif durante a flap!, já que estava dando sopa na platéia)

a banda

maría eugenia e a globo. news.

elizandra carimba flyer, após discussão incrível no free shop poesía-poesia.

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